Melgaço promove atividades de valorização da Lampreia do Rio Minho

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Haverá Showcooking sobre o amanho da lampreia e a confecção do arroz de lampreia. A ação decorrerá pelas 12 horas, na Quinta de Soalheiro, e tem um limite de 25 participantes.


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Iniciativas mostram a arte de saber fazer e o peso histórico que tem na comunidade

No dia 13 de Abril, os entusiastas desta arte de pescar o ciclóstomo podem participar numa caminhada com os pescadores das Pesqueiras do Rio Minho que, ao longo de um percurso de 4 quilómetros, terão a oportunidade de ouvir histórias reais, assistir a uma simulação da pesca da lampreia e conhecer mais sobre esta arte ancestral.

Em virtude das adversas condições meteorológicas previstas para o próximo sábado, dia 9 de março, as atividades “Caminhada com os Pescadores das Pesqueiras” e o “I Showcooking Lampreia nas adegas” foram reagendadas para dia 13 de abril, nos mesmos horários e com o mesmo limite de inscrições (de 11 de março a 8 de abril).

A ação é gratuita, mas de inscrição obrigatória, através dos contactos 967 130 029 ou idomingues@cm-melgaco.pt. As inscrições são limitadas a 50 pessoas.

Após a caminhada, haverá Showcooking sobre o amanho da lampreia e a confeção do arroz de lampreia. A ação decorrerá pelas 12 horas, na Quinta de Soalheiro, e tem um limite de 25 participantes. Inscrições gratuitas, mas obrigatórias, através dos contactos indicados acima.

Estas ações acontecem integradas na iniciativa “Lampreia do Rio Minho – Um Prato de Excelência” que acontece até dia 15 de abril, promovida pela ADRIMINHO e pelos seis municípios do Vale do Minho – Caminha, Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Valença e Vila Nova de Cerveira.

“Rio Minho é Vida” e há uma exposição na Casa da Cultura que lhe junta mais 45 provas

A Casa da Cultura de Melgaço tem patente a exposição “RIO MINHO É VIDA”, que pode visitar até ao dia 30 de Abril.

É composta por 45 fotografias (do espólio do município) e pretende dar a conhecer a importância natural, social e económica do Rio Minho, chamando a atenção dos visitantes para o imponente património arquitetónico que são as pesqueiras do Rio Minho e o excecional património imaterial a elas associado.

As pesqueiras do Rio Minho integram, desde novembro de 2022, o Inventário Nacional do Património Imaterial. Testemunham saberes ancestrais na escolha dos melhores sítios para a sua implementação, na sua orientação em relação às correntes do rio, no processo de trabalhar a pedra e erguer os muros, na escolha das redes mais adequadas e, ainda, no sistema de partilha comunitária do seu uso. As primeiras referências documentadas são do séc. XI.

O rio internacional concentra, nas duas margens e apenas no troço de 37 quilómetros, entre Monção e Melgaço, cerca de 900 pesqueiras (das quais cerca de 350 estão ativas), “engenhosas armadilhas” da lampreia, do sável, da truta, do salmão ou da savelha.

A mostra acontece no âmbito da programação da iniciativa “Lampreia do Rio Minho – Um Prato de Excelência”, que acontece até 15 de abril.

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