Semana Académica: “Se tivesse de voltar atrás, escolheria novamente a ESDL”

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Dezanove carros alegóricos das seis escolas superiores do IPVC deram “a volta ao mundo” pelas ruas da cidade

Do Oriente das gueixas ao México, dos ritmos quentes da América Latina às tradições portuguesas, no dia 20 de maio, o cortejo académico do Politécnico de Viana do Castelo transformou as ruas da capital do distrito numa verdadeira viagem pelo mundo.

Por detrás dos 19 carros alegóricos, da música, das coreografias e dos aplausos, desfilaram sobretudo histórias de superação, crescimento e conquista pessoal de centenas de estudantes que encontraram nas diferentes Escolas do IPVC muito mais do que um curso: uma segunda casa.

Entre os estudantes que mais destacaram o impacto da mudança estava Mafalda Casimiro, de 20 anos, natural de Braga e finalista da licenciatura em Desporto e Lazer, da Escola Superior de Desporto e Lazer (ESDL), em Melgaço.

Trocar “uma cidade jovem e movimentada” pela tranquilidade de Melgaço foi um choque inicial, mas rapidamente a experiência ganhou outro significado. “O início foi desafiante, mas depois a ESDL-IPVC tornou-se casa”, conta.

O que a trouxe até Melgaço foi a especificidade do curso. “O plano de estudos era muito rico e permitiu-nos experimentar modalidades e atividades ao ar livre que dificilmente encontraria noutra escola do país. A ESDL é muito especial. É única na sua oferta formativa.”

A proximidade entre estudantes, docentes e não docentes acabou por marcar o percurso. “Conhecemo-nos todos e isso transforma-nos numa família.” Apesar de querer seguir a vertente de ensino e por isso procurar um mestrado noutra instituição, não hesita: “Se tivesse de voltar atrás, escolheria novamente a ESDL.”

O cortejo académico, um dos momentos mais marcantes da Semana Académica, ligou a Escola Superior de Tecnologia e Gestão à Escola Superior de Educação, reunindo centenas de estudantes das seis Escolas Superiores do Politécnico de Viana do Castelo.

Uns chegavam ao fim do percurso académico já com saudade antecipada. Outros ainda tentavam perceber como passaram tão depressa os anos que começaram com receios, malas feitas e cidades desconhecidas. Entre batuques, abraços, lágrimas e sorrisos, repetia-se a mesma ideia: o Politécnico de Viana do Castelo acabou por transformar vidas.

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