“A Guerreira”. Conto premiado de Vera Nobre reinventa a lenda de Inês Negra

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O conto explora o período do cerco de Melgaço, em que D. João I tenta reclamar o castelo, ocupado pelos castelhanos. Vera Nobre ficciona a vida amorosa de Inês Negra que a coloca em rota de colisão com uma outra mulher, a “Renegada”, que optou por ficar ao lado dos castelhanos . A tensão entre ambas culmina numa luta, que acabará por selar o destino de Portugal, tal como narra a lenda histórica.

O Prémio Literário Luís Vilaça é uma iniciativa do projeto Dona Ajuda e tem como objetivo fomentar o gosto pela leitura e escrita, promover a criação literária e valorizar a Língua Portuguesa.

Vera Nobre nasceu em Lisboa mas é originária de uma família da cidade raiana de Elvas, onde as histórias turbulentas relacionadas com a fronteira que ouviu na sua infância sempre alimentaram o seu imaginário. Neste conto, a autora trabalha o imaginário em torno da personagem cativante de Inês Negra.

Licenciada em História de Arte pela Universidade Nova de Lisboa, Vera Nobre trabalha como Diretora Editorial na Plataforma Online Art & Architecture Portugal. A lenda de Inês Negra despertou-lhe a curiosidade no momento em que preparava um estudo sobre a escultura de José Rodrigues representando Inês Negra, que se encontra à porta das muralhas de Melgaço. José Rodrigues (1936-2016), é um dos escultores mais emblemáticos da segunda metade do século XX em Portugal.

Tem ainda publicado, pela Cordel D’Prata, o livro infanto-juvenil “A História de Panglima, o Escravo de Fernão de Magalhães”, sobre o escravo ‘adquirido’ pelo navegador, que terá completado a circum-navegação do globo, enquanto o seu patrão encontrou a morte nas Filipinas, após ter completado apenas três quartos da viagem prevista.

Com permissão da autora, publicamos – em três partes, já disponíveis online – o conto premiado. Veja as publicações no site ou pesquise A Guerreira, no canto superior direito da página de entrada do jornal, em www.vozdemelgaco.pt. Imagens que ilustram o conto foram geradas por IA.

Clique sobre cada um dos títulos abaixo para aceder a cada umas das três partes do conto:

“A Guerreira” – 1 de 3: “Corria o ano de 1388 e eles viviam um estado de bonança e despreocupação”
“A Guerreira” – 2 de 3: “O que dizes, sua vendida aos ‘perros’ castelhanos?
“A Guerreira” – 3 de 3: “Estou bem, Majestade. Tenho cicatrizes mais antigas que me marcaram bem mais profundamente”

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“A Guerreira” – 1 de 3: “Corria o ano de 1388 e eles viviam um estado de bonança e despreocupação”

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