“Mais valia trazerem um casal de castores e deixarem os bichos trabalhar”, diz Sylvie Amorim
Moradora em Lamas de Mouro, Sylvie Amorim afirma-se “revoltada” com as alterações feitas ao projeto inicial da piscina natural do parque – cuja primeira versão surge datada de 2021, na planta de infraestruturas e equipamentos do projeto de reabilitação e valorização do troço do Rio Mouro (Lamas de Mouro) – e até mesmo ao projeto final, com mudanças que, alega, foram introduzidas em 2023.
A residente critica a opção estética para as escadas de acesso à água, em pedra rústica sem acabamento liso, e a construção de um pequeno açude, ligeiramente acima da área murada que retém a água da piscina natural.
“Criaram uma barreira artificial. Inventaram duas piscinas, dois pontos de água. Para mim não faz sentido. Aqui já chamamos àquilo a barragem dos castores.”
“A pessoa que fez o projeto não conhece a zona. Ou lhe mandaram apenas fotos do local, ou veio cá no Verão. A água nunca vai estar limpa e, na primeira chuvada, traz lixo. Mais valia trazerem um casal de castores e deixarem os bichos trabalhar”, concretiza.
Leia o texto na íntegra, na edição impressa de Setembro do jornal "A Voz de Melgaço".
Desligada a opção de seleção automática de rede do dispositivo (preparado para sinal 5G, se disponível), verificamos que apenas a operadora MEO aparece na opção como escolha manual de rede.
Na rua da Devesa (S. Paio) numa das zonas de menor circulação automóvel, há quem aproveite para deixar grandes e pequenos eletrodomésticos, alguns já espoliados dos materiais de algum valor, assim como restos de madeiras e outros materiais resultantes de obras.